Quando a gente fala em autoestima, muita gente pensa em aparência. Em "se achar bonita". Mas autoestima é muito mais profundo do que isso.
Autoestima é sobre como você se trata. É sobre o quanto você se permite errar, o quanto respeita seus limites, o quanto acredita que merece coisas boas.
Por que minha autoestima é tão frágil?
Na maioria das vezes, a autoestima frágil vem de experiências antigas. Comentários que ouviu na infância, comparações, falta de validação emocional, relações onde você precisava "merecer" o amor.
Na Terapia dos Esquemas, chamamos isso de esquema de defectividade — a crença profunda de que há algo errado com você, de que você não é "bom(boa) o suficiente". Essa crença se instala cedo e se alimenta de cada situação que parece confirmá-la.
Sinais de autoestima baixa
- Dificuldade em receber elogios
- Comparação constante com os outros
- Aceitar menos do que merece nos relacionamentos
- Medo excessivo de julgamento
- Se cobrar demais e se perdoar de menos
Como fortalecer a autoestima
O trabalho de autoestima na terapia não é sobre repetir frases positivas no espelho. É sobre:
- Identificar de onde vem essa voz crítica interna
- Aprender a questionar crenças negativas sobre si mesmo(a)
- Praticar o autorrespeito nas pequenas decisões do dia a dia
- Estabelecer limites saudáveis nos relacionamentos
Eu mesma já passei por isso. Durante boa parte da minha vida tive autoestima baixa, e hoje, aos 34 anos, me sinto mais bonita e mais capaz do que quando tinha 18. A maturidade, quando trabalhada da maneira adequada, nos torna imbatíveis.
Você merece se olhar com carinho. Se precisar de ajuda nesse caminho, estou aqui. ✨
